Você é o único doce que gosto.

O rapaz dizia não gostar de doces.
No tempo da paquera, do flertar, Ana Maria recebia mensagens em seu celular assim:
"Você é o único doce que gosto".

O tempo passou.
O relacionamento não foi pra frente e Ana Maria descobriu que o rapaz gostava de doce sim.
E esse charme em dizer que não gosta devia fazer parte de seu processo de conquista.

Encontro das Águas

 "Um dos mais belos e surpreendentes espetáculos da natureza no Estado é protagonizado pelos rios Amazonas e Tapajós. Em frente à cidade de Santarém ocorre o encontro desses dois gigantes rios. Fenômeno este conhecido como “encontro das águas”. O encontro do Amazonas, com suas águas barrentas e correntes; com o Tapajós, de águas verde-azuladas e mansas, proporciona uma imagem intrigante. Os rios correm paralelos por aproximadamente quatro quilômetros, sem que suas águas se misturem." 



No dia que chegamos em Santarém precisamos ficar num hotel para pegar o barco para Óbidos, que seria somente no dia seguinte.

Ficamos no Hotel Encontro das Águas, onde fomos muito bem atendidos e acomodados.

Da janela do quarto dava pra ver o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas... mas dava pra ver de longe... a água de uma cor, até determinada distância e depois a água de outra cor.


A vontade era de ver isso de perto né.

E fomos!

Como eu nunca tinha visto dois rios se encontrarem, fiquei encantada.

E registrei o momento!

Primavera

Primavera e concurso cultural dos blogs da Tina e da Ana Paula.




que a primavera traga
pra mim e pra você
o perfume
a delicadeza
a beleza
das flores

e também 
a alegria que brota no coração daqueles que as dão e recebem








e... que tal aproveitar esses dias lindos para ofertar flores àqueles que amamos?


{AnaVi}


Vida!

"Eu simplesmente amei!"


Acredito que o segredo seja esse. Amar. Simplesmente amar.
Os que amam sabem que a arte de viver do amor não é sempre fácil, não é sempre agradável.
O amor também é dor, também são lágrimas.

Assim como eu, você deve ter visto a bela história desse casal que foi compartilhada por tantas pessoas nas redes sociais.

Identifico-me com Rômulo em várias situações.

----> Ele é fotógrafo e fala sobre coisas lá do fundo do coração daquelas pessoas que amam fotografar. O que esse ato de observar, clicar... representa na nossa vida. Nada de generalizar. Mas o que ele disse faz sentido pra mim.


----> José sofreu como Érica. Tudo foi difícil. Bem difícil. Mas ficou o amor. Amamos até o fim. Até o último momento juntos. E é isso que consola, que acalenta o coração. Vale a pena viver de amor. Acreditar no amor. Apostar no amor.


Parece história de filme (lembram de "Um amor pra recordar"?). Mas são histórias vividas por tantas pessoas como eu, como você, que decidem viver por amor.

Vez ou outra é bom que esses casos apareçam na mídia, sejam compartilhados. Tira o foco da tristeza, violência, corrupção. E se alguém tiver esquecendo dessa história de "viver de amor", logo toma fôlego novamente. Não é que devemos esquecer essas coisas "ruins", mas de certa forma essas notícias nos abalam, nos amedontram, nos deixa sem esperança, sem vida).

Aqui está o vídeo que ele gravou.
Em 25 minutos um linda história de amor nos é apresentada.

{AnaVi}



Gente igual e diferente.

Estou sumida dos blogs (do meu e dos amigos) eu sei!
Não é por causa da minha vontade.


Pois bem. No mês de julho vivi uma experiência singular.
Participei de uma missão, com outras pessoas da comunidade que participo, na Amazônia.
Sim. Tive oportunidade, vontade e coragem. Hahaha.

Fomos com o  lema do livro 7 Bilhões: "Viver com o outro e para o outro o tempo presente".
Antes de chegar a tão planejada viagem, vivemos dias de ansiedade... pensando como seriam as coisas lá naquelas terras tão longe aqui da nossa casa.
Lá aproveitamos cada momento: Convivemos com os jovens paraenses partilhando os anseios dos nossos corações, visitamos famílias lindas que vivem desafios como nós, mas cada um na sua realidade, conhecemos pessoas e lugares maravilhosos...

Quero partilhar um pouco do que registrei mas sei sobre a impossibilidade de transformar em palavras, imagens e vídeos todas as experiências que vivi.


Nos diálogos com o povo paraense, percebemos o quanto somos iguais e diferentes. 
Iguais em nossos sonhos, projetos, atividades na busca de um mundo mais humano e mais digno para todas as pessoas.
E o que nos diferencia é a nossa cultura, o que se come lá e não se come aqui, as expressões utilizadas lá que aqui não sabemos o significado, vice versa.

E como é belo isso... ser igual e diferente!





Até breve!




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