Feliz dia da secretária

Bem cedo ela já estava no escritório. Ainda com sono.
Chega um senhor e diz: 

- Parabéns!

Sim. Esta palavra foi motivo para um sorriso mais engraçado. Não sabia o porquê da felicitação. 

- Hoje é dia da secretária. Parabéns para você!

-Ah, obrigada. Disse a secretária meio sem graça.

Aproveito para desejar um feliz dia da secretária para você que também exerce essa função desafiante (sim. é desafiante!), e ainda encontra tempo para blogar.

{AnaVi}



Procura-se

Depois de lamentar sobre os desafios do diálogo sobre os livros que leio, encontro camisetas com estas estampas no site da poeme-se.

Se é difícil encontrar amigos que partilhem e goste de leitura... imagine encontrar amores.

Mas não perderei a esperança!




Um poeminha - 1

Alegra o coração da mulher
No início de uma primavera
Receber uma flor qualquer
Como prova de amizade sincera

{AnaVi}



Expectativas

A vida como ela é.
Do Presente ao Pretérito Perfeito.
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Presente do indicativo
Eu expecto
Tu expectas
Ele expecta
Nós expectamos
Vós expectais
Ele expectam

Pretério Perfeito
Eu frustrei
Tu frustrastes
Ele frustrou
Nós frustramos
Vós frustrateis
Eles frustraram

Sem mais.

= /

{AnaVi}

Lilica e a solidariedade

Vídeo emocionante.


A solidariedade "ultrapassa" o ser-humano. 
Ultrapassa, mas nem sempre faz parte dele.

Boa semana! 

{AnaVi}

Me empresta seu lápis de cor?


"Me empresta seu lápis de cor?"
Essa era uma pergunta que eu não gostava de escutar dos coleguinhas, quando criança.

Minha mãe exigia que os lápis fossem bem cuidados, não deixar cair no chão, não perder, essas coisas.

Então, ao emprestar para um coleguinha eu corria alguns riscos.


O tempo passou, estudei, formei, fiz a graduação, especialização e continuo estudando.

Sempre gostei de estudar marcando os livros, cadernos de várias cores.

Um dia desses comprei uma caixa de lápis Faber Castell Neon.

Quando fui comprar lembrei da infância e das recomendações de cuidados com os lápis.

Pensei comigo: agora cresci, vou usar meus lápis sozinha, sem ninguém pedir, também não vou perdê-los.

No primeiro dia que levei os lápis pra sala de aula, peguei duas cores para marcar em um texto e ouço do colega do lado: "Me empresta uma cor pra eu marcar também?"

rs.

Sorri, emprestei!

Algumas coisas continuam... mesmo quando a gente cresce.

Ah, ainda sobre lápis, um dia desses a Ana Paula fez um post interessante.
Se ainda não viu, vale a pena dar uma lida.


Abraço.

Ana Virgínia

A casa.

Já falei várias vezes sobre minha ida à Serra do Funil 


Durante as caminhadas fotográficas encontramos essa casa.

Na verdade andamos muito para encontrar uma casa.

Estávamos cansados, querendo água, querendo sombra.

Foi aí que paramos.

Um senhor nos atendeu com muito carinho, ofereceu água, jaca, mexerica...





Um dos membros de nosso grupo tinha cortado a mão com um canivete e esse senhor que o ajudou.
Deu um pouco de mertiolate e alguns "matos" que são cicatrizantes.


Fiquei parada, encantada, emocionada.


Nessa casa estava cantando músicas, moda de viola... tudo que meu pai sempre escutava aqui em casa.
Tudo ali me lembrava o José. A simplicidade do morador... as músicas que ele escutava... o jeito de conversar... o fogão a lenha.


Conversei com ele. Perguntei sobre a vida ali naquele lugar...
E com um sorriso no rosto ele dizia que era ótimo morar ali, trabalhar durante o dia, chegar de noite comer a comida que a mulher fez. Plantar o que vai comer...


Quanta diferença da minha vida, da nossa vida.
Não tem tanta preocupação com o tempo...
Não tem stress com o trânsito engarrafado, com o horário que vai chegar no serviço, no colégio, no dentista...
O computador que pifou, a internet que não funciona, o e-mail que não chegou, a impressora que parou de funcionar na hora que mais precisa...
Os compromissos que não podemos faltar...
Enfim.


Foi precioso aquele momento.
Algumas vezes vale a pena pensar em como outras pessoas são felizes com poucas coisas, como são felizes sendo sempre simples.
Precisamos parar de vez em quando, pensar nisso.
Talvez possamos nos desacelerar encontrar felicidade e ficar satisfeitos com o que temos e o que somos.

Bjo pra vocês.



=)

Sabe quando seu trabalho te deixa feliz...


O lado ruim de gostar de ler

Vi essa ilustração no blog da Jussara.


Várias vezes me identifico com esses personagens.
Quando decido comprar um livro e ficar sem dinheiro. (Vivi isso na Flip, em companhia da Carol...)
Cortar o dedo no papel do livro e depois ficar ardendo (sempre acontece)

O que me levou a fazer este post foi sobre a frase de um desses quadrinhos acima. Eu já vinha pensando sobre isso há algum tempo.

"Não ter com quem conversar sobre o livro que você leu" e
"Perder um pouco a vontade de conversar com as pessoas".

Não sei se acontece isso com vocês. Mas comigo acontece muitas vezes.

Não sou aquela leitora assídua, que lê todos os clássicos, todos os lançamentos, tudo o que quer. Infelizmente meu tempo não me permite viver de leituras.

Mas eu leio. Leio poetas e poesias, crônicas, contos. Livros de autores que admiro.



De um lado...
Bate aquela vontade de conversar com alguém sobre o texto lido. 
Cadê? Conversar com quem?
No meu círculo de amizade encontro algumas pessoas que compartilham do mesmo estilo de leitura que eu. Mas estas pessoas moram longe, nem sempre dá pra ligar e comentar sobre aquele poema de "Drummond" ou sobre o texto do livro "Alta Ajuda".
As pessoas sabem falar quem foi o último eliminado do BBB, da Fazenda, do Facebook...

Não estou criticando essas pessoas. 
Apenas deixo registrado que sinto falta das pessoas que conversem sobre livros.



De outro lado...
Aqui no blog, no meu e no seu, postamos textos interessantes e encontramos pessoas que partilham suas ideias. Isso me consola um pouco.

Fico feliz quando vou ao seu blog e encontro um texto que já é familiar para mim. Tenho oportunidade de comentá-lo com mais propriedade.

Fico feliz também quando você vem aqui, lê textos e/ou poemas e fala deles, de suas inferências, da leitura que fez das entrelinhas. 

Fico extremamente feliz quando, em um diálogo por email, a Tina me recorda fragmentos do diálogo entre o Pequeno Príncipe e a raposa: "Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz." 

Como é bom lembrar e relembrar disso... tenho possibilidade de ficar o dia todo pensando nesse diálogo. 

Obrigada por sua leitura e seu comentário que edificam o nosso amor pelos livros e pela literatura.

Aproveito para deixar aqui dois textos que amo de paixão e gosto de partilhar a leitura deles.


AnaVi 



Post-it - Agosto

Posts que  gostei de ler durante o mês de agosto...


Colombo era solteiro em:
Pitacos da Pá


Como tirar ótimas fotos com câmeras compactas em:
Vinte e poucos

Sobre os animais de rua em:


Bjos
Ana Virgínia
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