Conto de Natal

"O Verbo se fez carne"


Tudo preparado para a noite de Natal.
A Ceia foi organizada na casa de um dos tios. Toda a família se reuniria lá.
No dia 24, de tarde, recebeu a notícia que uma pessoa da família recebeu alta do hospital. Essa pessoa não tem cônjuge nem filhos. Ninguém que pudesse cuidar dele.
Sem raciocinar sobre toda a programação já organizada para o final do ano, a senhora da casa disse Sim. Disse que era possível acolher aquele idoso enfermo em sua casa.

Assim aconteceu o Natal naquela família. A mãe, as filhas e o enfermo.

O Cristo, que na data de 25 de dezembro de todos os anos é convidado a nascer e renascer no coração da humanidade, é aquele Mestre que disse: "Estava nu, e me vestistes; adoeci e me visitastes; quando tive fome, me destes de comer...".

Acreditar e viver o texto de Mateus 25, 35 ... é o que basta para o Amor nascer em nossos corações não somente no Natal, mas em todos os dias.

Por um Natal e um Ano Novo menos consumista, interesseiro, egoísta. Amando o Cristopresente no próximo!

Até 2014!






Feliz Natal !

Natal...



Que o "Papai Noel" em que cremos possa nos fortalecer a cada novo dia, dando-nos sonhos e esperança de um mundo cada vez melhor, que é possível a partir de nossos próprios atos.

E lembramos que Natal  é a festa do Amor. É o Amor que nasce no meio de nós. 
Amor que deve ser praticado com o próximo.

Obrigada por sua companhia virtual (e/ou real) durante este ano de 2013.

Feliz Natal!

Deus te abençoe.


As ruas de Paraty.




Ande devagar, sem pressa, sem salto.
Contemple o que está à sua frente,  do lado, no alto.
Esqueça a correria das avenidas, as buzinas, o asfalto.




{AnaVi}



Quadrilha

Encontrar alguém que faz seu coração balançar. E ele nem aí.
Alguém que fica com o coração balançado por sua causa. E você nem aí.

Tudo isso é Quadrilha!
Ah Drummond! Como tens razão!



João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Uma Joaninha

Apresento-vos uma joaninha. 





Bom fim de semana.

{AnaVi}

Para quem ama fotografia.



Para quem ama a fotografia, não existe momento mais sublime que o clique da máquina fotográfica. Aquele som avisa que uma imagem foi fixada. Uma imagem para a eternidade.

Para quem fotografa, é-se ladrão por natureza. Mas não se roubam almas como os índios diziam. Rouba-se o mundo, o ser humano, as paisagens, os objetos de outros.

Para quem como eu, ama a fotografia, expomos as vidas alheias e algumas vezes a nossa. Mostramos a morte e o nascimento, guardamos o ciclo da vida em papéis.

Numa fracção de segundo congelamos sorrisos e amores, registam-se lágrimas e tristezas. O primeiro choro de um bebe ou o rosto de um velho marcado pelo tempo.

Nas fotografias a preto e branco guarda-se sentimentos, a força do momento. A cores o expectador perde-se na perfusão das tonalidades. Damos luz e cores únicas, impossíveis de se repetirem ou reproduzirem.

O nosso olhar, distancia-se do olhar comum. A realidade nunca nos é vulgar, existe sempre um enquadramento e uma perspectiva diferente. Jogamos com a luz e a sombra para compor e intensificar os acontecimentos. Oferecemos a nossa visão sobre a realidade.

Mostramos grandezas e profundidades com os planos escolhidos. Demoramos horas a preparar uma fotografia ou esperamos uma eternidade para capturar o momento certo. Outras vezes uma fotografia é um golpe de sorte. Só há tempo de deitar a mão à máquina e disparar.

Há quem diga que matamos através da câmara, uma morte simbólica, um desejo egoísta de guardar o momento. É um erro. Não matamos, celebramos o momento. Guardarmos algo que nos marca profundamente. A fotografia permite partilhar esse instante com o mundo, expondo a sua realidade.

As fotografias são visões, memorias parar a posteridade. Oferecemos recordações permanentes de instantes passados.

Deixamos as almas em paz mas roubamos os momentos.

Coletivo Poetas Ambulante - Flip 2013

Já falei sobre a Flip - 2013 aqui e aqui .
Nos dias que fiquei em Paraty, tive oportunidade de conhecer os "Poetas Ambulantes".
Fiquei apaixonada com essa iniciativa de propagar a poesia nos lugares mais costumeiros.





“Inspirando-se nos vendedores ambulantes que circulam dentro dos coletivos oferecendo suas mercadorias, os Poetas Ambulantes oferecem aos passageiros poesia falada e escrita, em troca apenas de atenção, emoção e interação.


A cada mês os Poetas traçam um itinerário diferente, percorrendo diversas linhas de ônibus, trens e metrô, declamando e entregando poemas de própria autoria ou de autores consagrados, escritos por frequentadores dos saraus da cidade. 




Normalmente essas ações ocorrem em dias úteis, preferencialmente nos horários de maior movimento. No momento em que os passageiros estão mais cansados e estressados, a intervenção dos Poetas torna a viagem mais agradável e divertida. O destino final é sempre algum local onde habitualmente ocorrem saraus, dando continuidade ao dia de convivência com a poesia.”



Tive a alegria de adquirir livros de alguns destes poetas ambulantes.

Falarei deles por aqui.

Conheça você também o "Coletivo Poetas Ambulantes".


As fotos utilizadas neste post foram retiradas da Fan Page Poetas Ambulantes.

{AnaVi}



Cup Cake para batizado do João Gabriel.

No post "Eu e os cup cakes" eu disse que é errando que se aprende.

Pois é.

Aprendi e me desafiei!
Fazer cup cakes deliciosos.

Fui madrinha do batizado do João Gabriel e fiquei responsável para fazer os cup cakes do almoço.

Fiz os bolinhos de chocolate.



Fiz também umas tags personalizadas para fixar em cima dos cup cakes

  • As tags têm tamanho 3cm X 5 cm (aproximadamente)
  • Imprimi num papel reciclado mais encorpado (tipo cartolina)
  • Deixei um espacinho para colar o palito de dente e depois dobrar o restante do papel para traz.



Abraço pra você!

Ana Virgínia

BC Fotos: Pra onde teus pés apontam?

O tema do BC do Blog Moça de Família desta terça é esse: pés!

Não lembro se antes do advento das câmeras digitais era tão comum fotografar cenas inusitadas, como por exemplo, seu pé.

Hoje, não gastamos mais dinheiro com revelação para poder ver as fotos, então podemos fotografar muitas coisas quantas vezes quisermos. 

Eu, amooo fotografar os pés.



Nesta foto apontam para o a terra. Estou em pé sobre um galho de árvore ao chão.



Pés combinando com as mãos =)




Em Caxambú, no teleférico. 





Durante a JMJ (Jornada Mundial da Juventude), andávamos assim. Muita chuva no Rio. Tínhamos que ficar o dia todo andado de um lado para o outro. Para não ficar com os pés molhados e gripar, a moda foi essa: sacolinha nos pés.  


Bjos.

{AnaVi}




"As rosas não falam"

"As rosas não falam, simplesmente exalam o perfume que roubaram de ti."
Cartola


Ah, Cartola!
Você ganharia meu coração se me recitasse esta frase!
(hahaha)



Cartola dizia que as rosas não falam.
Pequeno Príncipe conversava com sua rosa.



Lembro-me deles quando vejo uma rosa.

Um dia eu disse a mim mesma: Quero fotografar uma rosa desabrochando.

Tentei:





Como foi?
Cada dia eu queria chegar logo perto dela para fotografá-la.
Sorria pra ela quando eu começava a notar o seu desabrochar.

Muito bela!

{AnaVi}

Que horas você reza?

Achei interessante a postagem do Cristiano e quis falar sobre o assunto.
Cristiano fala um pouquinho sobre um os costumes de oração em sua família.

Fiquei pensando... Esse povo brasileiro que é tão conhecido por causa de sua religiosidade... Que horas esse povo reza? Quando fazem suas orações?

A igreja, templo, é o local onde se reúnem para orarem juntos.
Mas também oram sozinhos, em pequenos grupos ou em família.

Rezam o terço, meditam sobre a Palavra de Deus, fazem orações breves.

Quando?

Percebo que essas orações acontecem, na maioria das vezes, quando estão passando por alguma dificuldade. Infelizmente é assim.

Problemas de saúde na família, desemprego, final de campeonato de futebol... essas situações levam as pessoas a rezarem mais.

A diversidade de igrejas que encontramos hoje talvez seja reflexo da busca que o ser humano tem de querer rezar. Pensar no motivo que os motiva a buscar a oração já é um assunto mais complexo. Como eu disse anteriormente, eu observo que a falta das coisas leva mais o povo às igrejas do que a gratidão ou o prazer de estar na presença de Deus.

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Na minha família tenho tios, avós, primos, que são de várias religiões. Católicos, Protestantes, Espíritas...
A religião não é obstáculo para a construção do amor e também para rezar/orar pelo outro, querer o bem do outro.

Eu tento estabelecer um "diálogo com Deus" cotidianamente. Deus é uma pessoa. Um amigo que me escuta. E encontro na sua Palavra a orientação para minha vida.

Dentro da minha casa fomos acostumadas assim. Falar com Deus. Pedir o que precisamos e agradecer, sempre agradecer o que temos.

Meu pai foi um homem de oração. Lembro da imagem daquele homem que agradecia a Deus ao levantar, antes de cada refeição, antes de deitar...

Hoje o imitamos. De vez em quando vejo minha irmã com a mesma postura dele. Ou me pego fazendo a mesma coisa. Fica uma mistura de saudade e gratidão. Aprendemos coisas preciosas com José.

A mãe também é mulher de oração. Daquelas que acredita que a oração é capaz de nos manter de pé diante de qualquer problema.

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Domingo passado fui em uma igreja longe da minha casa, com uns amigos.
Boa celebração, participativa.
No final da celebração todos foram embora, exceto uma família (e eu né, que fiquei ali observando. Esperava o amigo que cantou na celebração). Uma família como a minha: pai, mãe e duas filhas.
A família continuou ali na igreja. De joelhos no genuflexório do banco, cabeças inclinadas, atitudes de oração.
Linda atitude de oração em família. Poderiam inspirar muitas outras famílias.
Acredito que muitos problemas inexistiriam se praticássemos mais a oração. Ah, isso se for a oração que converte nossas palavras em ações. orAÇÃO.

Que horas você reza?

{AnaVi}


BC Fotos: Você

Participando da Blogagem coletiva do Blog Moça de Família.

Tema: Você, auto retrato...



Exponho um poema já postado aqui outras vezes.
Ele diz um pouco daquilo que eu enxergo em mim

Dos Meus Quereres

Dos meus caminhos quero as pedras que lhe dão sentido,
Dos inimigos quero a distância, não a derrota que tanto aproximaria,
Do amor quero a mão à minha para juntos caminhar.

Das saudades quero as felizes,
Dos erros quero as soluções,
Da luz quero o lampejo.

Das cores quero a da cinza, fácil colorir e reviver,
Das dores quero as cicatrizes a me lembrar de seus porquês,
Das desistências quero as oportunidades outras.

Do caminho quero o meio, não o fim nem os cantos,
Das crianças quero os sorrisos, que tanto colorem a vida,
Pois a inocência quero a das flores, que não se perde ao amadurecer.





{AnaVi}





Feliz dia da secretária

Bem cedo ela já estava no escritório. Ainda com sono.
Chega um senhor e diz: 

- Parabéns!

Sim. Esta palavra foi motivo para um sorriso mais engraçado. Não sabia o porquê da felicitação. 

- Hoje é dia da secretária. Parabéns para você!

-Ah, obrigada. Disse a secretária meio sem graça.

Aproveito para desejar um feliz dia da secretária para você que também exerce essa função desafiante (sim. é desafiante!), e ainda encontra tempo para blogar.

{AnaVi}



Procura-se

Depois de lamentar sobre os desafios do diálogo sobre os livros que leio, encontro camisetas com estas estampas no site da poeme-se.

Se é difícil encontrar amigos que partilhem e goste de leitura... imagine encontrar amores.

Mas não perderei a esperança!




Um poeminha - 1

Alegra o coração da mulher
No início de uma primavera
Receber uma flor qualquer
Como prova de amizade sincera

{AnaVi}



Expectativas

A vida como ela é.
Do Presente ao Pretérito Perfeito.
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Presente do indicativo
Eu expecto
Tu expectas
Ele expecta
Nós expectamos
Vós expectais
Ele expectam

Pretério Perfeito
Eu frustrei
Tu frustrastes
Ele frustrou
Nós frustramos
Vós frustrateis
Eles frustraram

Sem mais.

= /

{AnaVi}

Lilica e a solidariedade

Vídeo emocionante.


A solidariedade "ultrapassa" o ser-humano. 
Ultrapassa, mas nem sempre faz parte dele.

Boa semana! 

{AnaVi}

Me empresta seu lápis de cor?


"Me empresta seu lápis de cor?"
Essa era uma pergunta que eu não gostava de escutar dos coleguinhas, quando criança.

Minha mãe exigia que os lápis fossem bem cuidados, não deixar cair no chão, não perder, essas coisas.

Então, ao emprestar para um coleguinha eu corria alguns riscos.


O tempo passou, estudei, formei, fiz a graduação, especialização e continuo estudando.

Sempre gostei de estudar marcando os livros, cadernos de várias cores.

Um dia desses comprei uma caixa de lápis Faber Castell Neon.

Quando fui comprar lembrei da infância e das recomendações de cuidados com os lápis.

Pensei comigo: agora cresci, vou usar meus lápis sozinha, sem ninguém pedir, também não vou perdê-los.

No primeiro dia que levei os lápis pra sala de aula, peguei duas cores para marcar em um texto e ouço do colega do lado: "Me empresta uma cor pra eu marcar também?"

rs.

Sorri, emprestei!

Algumas coisas continuam... mesmo quando a gente cresce.

Ah, ainda sobre lápis, um dia desses a Ana Paula fez um post interessante.
Se ainda não viu, vale a pena dar uma lida.


Abraço.

Ana Virgínia

A casa.

Já falei várias vezes sobre minha ida à Serra do Funil 


Durante as caminhadas fotográficas encontramos essa casa.

Na verdade andamos muito para encontrar uma casa.

Estávamos cansados, querendo água, querendo sombra.

Foi aí que paramos.

Um senhor nos atendeu com muito carinho, ofereceu água, jaca, mexerica...





Um dos membros de nosso grupo tinha cortado a mão com um canivete e esse senhor que o ajudou.
Deu um pouco de mertiolate e alguns "matos" que são cicatrizantes.


Fiquei parada, encantada, emocionada.


Nessa casa estava cantando músicas, moda de viola... tudo que meu pai sempre escutava aqui em casa.
Tudo ali me lembrava o José. A simplicidade do morador... as músicas que ele escutava... o jeito de conversar... o fogão a lenha.


Conversei com ele. Perguntei sobre a vida ali naquele lugar...
E com um sorriso no rosto ele dizia que era ótimo morar ali, trabalhar durante o dia, chegar de noite comer a comida que a mulher fez. Plantar o que vai comer...


Quanta diferença da minha vida, da nossa vida.
Não tem tanta preocupação com o tempo...
Não tem stress com o trânsito engarrafado, com o horário que vai chegar no serviço, no colégio, no dentista...
O computador que pifou, a internet que não funciona, o e-mail que não chegou, a impressora que parou de funcionar na hora que mais precisa...
Os compromissos que não podemos faltar...
Enfim.


Foi precioso aquele momento.
Algumas vezes vale a pena pensar em como outras pessoas são felizes com poucas coisas, como são felizes sendo sempre simples.
Precisamos parar de vez em quando, pensar nisso.
Talvez possamos nos desacelerar encontrar felicidade e ficar satisfeitos com o que temos e o que somos.

Bjo pra vocês.



=)

Sabe quando seu trabalho te deixa feliz...


O lado ruim de gostar de ler

Vi essa ilustração no blog da Jussara.


Várias vezes me identifico com esses personagens.
Quando decido comprar um livro e ficar sem dinheiro. (Vivi isso na Flip, em companhia da Carol...)
Cortar o dedo no papel do livro e depois ficar ardendo (sempre acontece)

O que me levou a fazer este post foi sobre a frase de um desses quadrinhos acima. Eu já vinha pensando sobre isso há algum tempo.

"Não ter com quem conversar sobre o livro que você leu" e
"Perder um pouco a vontade de conversar com as pessoas".

Não sei se acontece isso com vocês. Mas comigo acontece muitas vezes.

Não sou aquela leitora assídua, que lê todos os clássicos, todos os lançamentos, tudo o que quer. Infelizmente meu tempo não me permite viver de leituras.

Mas eu leio. Leio poetas e poesias, crônicas, contos. Livros de autores que admiro.



De um lado...
Bate aquela vontade de conversar com alguém sobre o texto lido. 
Cadê? Conversar com quem?
No meu círculo de amizade encontro algumas pessoas que compartilham do mesmo estilo de leitura que eu. Mas estas pessoas moram longe, nem sempre dá pra ligar e comentar sobre aquele poema de "Drummond" ou sobre o texto do livro "Alta Ajuda".
As pessoas sabem falar quem foi o último eliminado do BBB, da Fazenda, do Facebook...

Não estou criticando essas pessoas. 
Apenas deixo registrado que sinto falta das pessoas que conversem sobre livros.



De outro lado...
Aqui no blog, no meu e no seu, postamos textos interessantes e encontramos pessoas que partilham suas ideias. Isso me consola um pouco.

Fico feliz quando vou ao seu blog e encontro um texto que já é familiar para mim. Tenho oportunidade de comentá-lo com mais propriedade.

Fico feliz também quando você vem aqui, lê textos e/ou poemas e fala deles, de suas inferências, da leitura que fez das entrelinhas. 

Fico extremamente feliz quando, em um diálogo por email, a Tina me recorda fragmentos do diálogo entre o Pequeno Príncipe e a raposa: "Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz." 

Como é bom lembrar e relembrar disso... tenho possibilidade de ficar o dia todo pensando nesse diálogo. 

Obrigada por sua leitura e seu comentário que edificam o nosso amor pelos livros e pela literatura.

Aproveito para deixar aqui dois textos que amo de paixão e gosto de partilhar a leitura deles.


AnaVi 



Post-it - Agosto

Posts que  gostei de ler durante o mês de agosto...


Colombo era solteiro em:
Pitacos da Pá


Como tirar ótimas fotos com câmeras compactas em:
Vinte e poucos

Sobre os animais de rua em:


Bjos
Ana Virgínia

Livro Viajante


Partiu para visitar várias leitoras o livro "7 Bilhões".


Para conhecer mais sobre este projeto, clique aqui.

Bom fim de semana pra você.



Foto de domingo.


O que dizer sobre o sentimento que fica dentro de mim após cada ensaio fotográfico que faço?

Na maioria das vezes não existem palavras que traduzam um momento ou uma imagem.

Em um tempo onde dizem que "família" é uma instituição em extinção, sinto grande alegria quando tenho a oportunidade de registrar imagens assim...




Mais fotos aqui.





Bjos e boa semana.
AnaVi

A língua portuguesa durante a Jornada Mundial da Juventude

Uma das coisas que mais me encantou durante da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, foi o contato com gente de todo canto do Brasil e do mundo.

Durante várias vezes brincávamos com as palavras, especialmente, com a língua portuguesa.

A região em que fiquei hospedada durante a semana, estavam também outros peregrinos que falam a língua portuguesa: De Angola, Cabo Verde, Portugal e nós, brasileiros.

Com os peregrinos de Portugal trocamos algumas informações sobre as palavras que significam uma coisa aqui e outra coisa lá. Teve muita gargalhada.

Aquela mais conhecida não podia faltar:
Fila - Brasil
Bicha - Portugal.

Como o que mais tinha na JMJ era fila (para o banheiro, para comprar comida, para pegar os kits...) os amigos portugueses tinham que tomar cuidado sempre.

Outras que falamos:

Crianças, garotos - Brasil
Putos - Portugal

Café da manhã - Brasil
Pequeno almoço - Portugal

Trem - Brasil
Comboio - Portugal

Muito engraçado também foi o contato com os peregrinos de outras partes do Brasil. 

Sou mineira, devo ter algum sotaque que às vezes nem reparo. É mais fácil reparar o sotaque dos outros.

O grupo com quem fui para a JMJ teve muito contato com um grupo de Belém do Pará. Ficamos juntos durante boa parte do evento.

Cada hora era uma curiosidade sobre as palavras que saíam da boca de alguém para nomear alguma coisa ou somente para se expressar.

Eles riam quando nós, os mineiros, dizíamos: "trem", "uai"...
E nós, quando eles diziam: "égua".

Nós, os mineiros, nunca havíamos escutado essa expressão. E foi engraçado ouvir sempre.
Para nós "égua" é a mulher do cavalo, ou a ex.namorada do seu atual namorado... enfim.

Veja o que achei sobre esta expressão: 

Algumas pessoas comparam a expressão "Égua" como se fosse uma "vírgula" do paraense. Ela serve pra quase todo o tipo de situação. Esta expressão é usada por todo bom paraense entre mil e uma palavras do vocabulário papa-chibé. Por isso, num diálogo com um paraense é comum ouvirmos a expressão bem mais de uma vez. Ao falar "Égua" o paraense quer expressar situações de espanto, admiração, felicidade ou até mesmo raiva. Pois é, são muitos os sentimentos que a expressão revela dependendo de cada situação onde é empregada.

Então, esqueça aquela história de que "Égua" é a mulher do cavalo, ok? No Pará, a expressão significa muito mais do que este substantivo. Como vocês já perceberam, "Égua" pode exprimir muitas coisas boas! Para você turista a equipe do Ver-o-Peso da Arte fez questão de enumerar alguns exemplos e lhe ajudar a entender a questão desta expressão típica do povo paraense:

- Égua, que mulher bonita! (Admiração);

- Égua, saudades de você! (Surpresa);

- Égua, eu nem acredito que consegui! (Felicidade);

- Égua, que susto! (Espanto);

- Égua, eu não agüento mais! Vou pedir demissão. (Raiva);
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Égua, que bom ter você aqui no blog!

Bjos

Ana Virgínia

Maturidade.

A moça estava solteira há algum tempo.

O passar dos dias apresentou para ela dois rapazes:

Um deles parecia que só fazia  as coisas para lhe agradar.
Ela já sabe que no início sempre é assim e depois acaba passando raiva.


O outro era ríspido. Não fazia esforço nenhum para lhe agradar.
Desse ela queria ao menos um agradinho.


O que essa moça quer então?


Que livro é você?

Descobri na internet um teste de literatura.

Fiz, achei bom demais.

"Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra."


Segundo o teste, eu sou este livro: "Doidas e santas", de Martha Medeiros



"Moderninha e solteira, ou radiante de véu e grinalda? Eis a questão da jovem (ou nem tão jovem) mulher profissional, cosmopolita e, apesar de tudo, muito romântica. Eis a sua questão! Confesse: quantas horas semanais você gasta conversando sobre encontros e desencontros sentimentais com as suas amigas? Aliás, conversando não. Analisando, destrinchando... Mas isso não quer dizer que você só questione a existência de príncipe encantado, não. A vida adulta hoje não está fácil para ninguém, como bem mostram as 100 crônicas de "Doidas e Santas" (2008), que retratam os sabores e dissabores da vida sentimental e prática nas grandes cidades."

Se fizer o teste, me fale qual livro é você.

Bjos



Aniversário da Ana

Agosto não é mês do desgosto.
É sim o mês mais lindo do ano.
Foi no décimo sexto dia deste mês que nasci.


A postagem de comemoração no ano passado foi com um poema.
Este ano não será diferente.

Alguns poemas são orações para nossa vida.
Este aqui é um deles:

ARMADURA

Tenho medo de me apegar ao chão,
me acostumar a viver por baixo
e esquecer como se faz pra levantar.
mas medo de cair
eu perdi faz tempo.

Tenho medo que o meu amor acabe antes de ser feliz,
que minha filha guarde na memória a lembrança de um pai que não sou eu
e que os amigos não me reconheçam quando nossas fotos ficarem velhas.
Mas medo da solidão, eu não tenho só.

Coragem é todo passo dado na direção oposta ao que somos,
quando até o nosso maior inimigo passa a ser uma conquista
e nem mais o traiçoeiro fracasso pode desonrar nossa luta.
Só não tem medo quem não tem nada a perder.

Defenda a sua alegria
Defenda a sua história
Defenda o seu amor
Defenda-se
Caso contrário, ninguém jamais lutará por você.

Sentir medo é ser humano, mas
ter coragem é carregar Deus dentro de si.
Eis o último mantra,
armadura e oração pra vida inteira:
Coragem, coragem, coragem,
coragem, coragem.
Coragem!

(Ni Brisant)


Para ver o poema do ano passado clique aqui.

Postagem sem título

Ano após ano comemoramos datas criadas com algumas finalidades.
Não só de propagandas e compras são essas datas.
Elas também são boas para demonstrar sentimentos. Às vezes nem dinheiro temos para comprar um presentinho. Mas o sentimento sim.

Comemorar o dia dos pais sem o pai não é bom. Venho aprendendo a viver assim e descobrir beleza neste dia também.
Como sabem, meu pai já não vive mais comigo. Já viveu o que pôde e partiu...

Este ano, em especial, reparei uma coisa...

Algumas pessoas amigas conversaram comigo sobre o "Dia do Pais".
Não passaram o dia dos pais com o seu pai. Não ligaram para desejar alguma coisa... felicidade, pedir bênção, falar oi.
Existe uma coisa entre o filho e o pai que os impedem demonstrar sentimento. Impede um abraço, um cafuné, uma garrafinha de cachaça de presente, uma oração na hora da Missa... Que coisa chata, ruim.

Sendo sincera... o que pensei nesse momento foi:
"Não sei se é pior querer abraçar o pai e não tê-lo ou tê-lo e não querer, não poder abraça-lo."

O meu desejo é que eles se amem porque isso faz bem, faz sorrir, faz cura dentro da gente. Clamo por amor, perdão, sabedoria.

Mesmo sem ter José comigo no dia dos pais, eu sei falar de amor do pai pelas filhas, pela esposa, pelo próximo... E passei o Dia dos Pais relembrando desse amor, cuidado, dedicação, sorrisos...

Que você desfrute de todos os momentos como pai ou como filho (a). 
Amém.


Jornada Mundial da Juventude - Rio 2013

Pois é...

Eu estive no meio das 3,7 milhões de pessoas que vivenciaram a Jornada Mundial da Juventude, no mês de Julho, no Rio de Janeiro.

Durante mais de um ano participei das preparações para este grandioso evento.

Para quem não conhece... 

"Tudo começou com um encontro promovido pelo Papa João Paulo II em 1984. Foi um encontro de amor, sonhado por Deus e abraçado pelos jovens. Vozes que precisavam ser ouvidas e um coração pronto para acolhê-las.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de 1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva, transformadora e a mostrar o rosto de Cristo em cada jovem.

São eles, os jovens, os protagonistas desse grande encontro de fé, esperança e unidade. A JMJ tem como objetivo principal dar a conhecer a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo, mas é verdade também que, através deles, o ‘rosto’ jovem de Cristo se mostra ao mundo."



Pois bem.

Fiquei acolhida na Paróquia Nossa Senhora do Loreto, em Freguesia de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

A experiência de encontrar pessoas de todas as partes do mundo que vivem por um mesmo ideal é encantadora, fantástica, magnífica.





A programação da JMJ incluía uma exposição religiosa e cultural do Brasil.
No Rio Centro havia stands de todos os estados de nossa país, cada um mostrando sua riqueza, sua fé.



Além da própria JMJ aproveitamos também para desfrutar da beleza da "Cidade Maravilhosa".



O principal evento da JMJ foi a caminhada para a Vigília e Missa com Papa Francisco.
Inicialmente essa Vigília seria realizada em Guaratiba. Mas, por causa da chuva que era constante na semana da JMJ, a Vigília aconteceu na praia de Copacabana.

Caminhamos 9km do Centro do Rio de Janeiro até a praia de Copacabana.



Claro que durante esta jornada nós, os peregrinos, parávamos várias vezes para descansar, reabastecer a energia e continuar andando.


De sábado para domingo os peregrinos dormiram na praia de Copacabana.
E acordamos com essa imagem maravilhosa.


Partilho com vocês um vídeo que enquanto esperava Papa Francisco passar.

Bom, é isso.

Independente de religião, a visita de Papa Francisco fez muito bem para nosso Brasil.
Ainda estou sob os efeitos da JMJ.

Bjos 

Uma história mais ou menos parecida

Olha só o que eu encontrei:

Um projeto literário que conta com o nosso apoio para ser publicado.
Você pode apoiar o projeto com doações a partir de R$ 10,00.
Depois que atingirem a meta, sua doação é convertida em exemplares dos livros!


Uma história mais ou menos parecida.

O projeto “Uma história mais ou menos parecida” foi pensado a partir da preocupação dos autores em relação ao racismo entre as crianças, principalmente nas escolas. Nosso projeto valoriza essas características através da personagem principal: uma princesa linda e negra.

Apesar da história ser uma releitura do clássico Branca de Neve e os 7 anões, a narrativa é totalmente adaptada ao contexto da proposta em volta da princesa Pérola Negra com passagens totalmente inusitadas.
A trama começa com a chegada de Malva da Mata, a madrasta que bolou um plano terrível para destruir a graça e a beleza de Pérola Negra, e se desenrola com momentos e personagens muito divertidos.





Clique aqui para saber mais.
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