Homens que você precisa conhecer - 1


Da série: Homens que você precisa conhecer


Kimani Maruge



O imperdível filme inglês  "The First Grader", apresentado no Netflix como  "O aluno" e no cinema nacional como "Uma lição de vida", apresenta a história de um queniano que, aos 84 anos, vai para a escola pela primeira vez, após o governo de seu país tornar o ensino básico livre e gratuito para todas as pessoas.




Um filme motivacional. Várias são as lições encontradas no desenrolar do longa.
Persistência, Perseverança, Esperança. 


Além de sua vontade de aprender a ler e escrever, Maruge também luta pela liberdade de seu povo. Enfatiza durante várias vezes que o estudo e a educação é um dos caminhos para alcançar a liberdade.



A gente só para de aprender quando morre.



Mais do que uma história de coragem e superação Maruge nos mostra a história de um passado triste em seu país. Este homem participou da "revolta Mau Mau", na década de 1950, contra as forças de colonização britânica.

Cenas fortes apresentam marcas no corpo e na memória de Maruge durante sua luta por liberdade.

Fatos que considero importante observar neste filme é a reação da sociedade quando um homem de mais de 80 anos procura a escola; a relação dos alunos com Maruge; a sensibilidade da professora que não desiste de acreditar na boa intenção e força de vontade daquele idoso.


Maruge morreu aos 90 anos e entrou para o livro dos records (Guinness) como o aluno mais velho do mundo.



As Máscaras





Sobre o carnaval
e a Colombina










As Máscaras


O teu beijo é tão doce, Arlequim...
O teu sonho é tão manso, Pierrô...

Pudesse eu repartir-me
encontrar minha calma
dando a Arlequim meu corpo...
e a Pierrô, minha alma!

Quando tenho Arlequim,
quero Pierrô tristonho,
pois um dá-me prazer,
o outro dá-me o sonho!

Nessa duplicidade o amor todo se encerra:
Um me fala do céu...outro fala da terra!

Eu amo, porque amar é variar
e , em verdade, toda razão do amor
está na variedade...

Penso que morreria o desejo da gente
se Arlequim e Pierrô fossem um ser somente.

Porque a história do amor
só pode se escrever assim:
Um sonho de Pierrô
E um beijo de Arlequim!

Menotti Del Picchia






Há 6 anos


A saudade é muita coisa
Às vezes mansa e delicada
Outras vezes faz da lágrima enxurrada

E quando você se foi
Aqui ficou um grande vazio
E o que o coração mais sentia era frio

Tantas vezes sem rumo
A rotina intensa e pesada
No desespero e na angústia a gente ficava

Ainda é um pouco assim
O choro pode não ter motivo
Ou ser a ausência do colo que preciso

Ah José, obrigada!
Por nos ensinar a linguagem
De seguir os dias com fé e coragem


Leia Mulheres

A iniciativa quer colocar em evidência a literatura produzida por mulheres por meio de rodas de leitura.




Com o objetivo de promover a leitura de textos literários e livros escritos por mulheres, as três amigas e ativistas Juliana Leuenroth, Juliana Gomes e Michelle Henriques criaram o projeto Leia Mulheres, em 2015. O clube de leitura feminista, que teve início em São Paulo, logo se expandiu por todo país.

Inspirada na campanha #readwomen2014, da escritora britânica Joanna Walsh, que também propunha a leitura de mais autoras, a iniciativa brasileira nasceu para colocar em evidência a literatura produzida por mulheres por meio de rodas de discussões em diversas cidades.


E para minha alegria este projeto já existe em Juiz de Fora.

Para saber em quais cidades este projeto está presente, clique aqui e procure pela sigla do seu estado.

Até breve!

Ana Virgínia  


Carnaval na Sapucaí


Fevereiro
Alegria
Muita festa
Todo dia





Tô aqui nos preparativos pra sentir a bateria das escolas de samba vibrando dentro do meu coração, deliciar-me com os desfiles mágicos e encantadores na Sapucaí.


Se você já foi pra Sapucaí alguma vez, pode me contar sua experiência.



Se tiver curioso (a), como eu estou, pode assistir esses vídeos curtos e explicativos sobre o carnaval na Sapucaí.







Bjo. 




Ia



Covardia
É prometer companhia
E ir embora ao raiar o dia

Pontes ou Muros?





“Todos os muros caem, todos. Não nos devemos enganar. Continuemos a trabalhar para construir pontes entre os povos. Pontes que nos permitam derrubar os muros da exclusão e da exploração. Enfrentemos o terror com amor.”

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